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Mostrando postagens de maio, 2026

Sem pedagogia: não há humanidade!!

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A pedagogia remonta às grandes civilizações da humanidade. A figura do educador sempre esteve presente, apoiando os seres humanos desde os primeiros passos: na era dos caçadores-coletores, lá estavam eles transmitindo o conhecimento prático às novas gerações. Com os primeiros assentamentos urbanos, consolidaram tanto os saberes ancestrais quanto as novas descobertas. Na Antiguidade, a atividade ganhou o estatuto de ofício. Na educação formal, tornou-se uma figura necessária e obrigatória — os gregos são, talvez, o maior reflexo disso, enquanto na Roma antiga, as famílias tradicionais os mantinham muitas vezes na condição de escravizados. Na Modernidade, diversos projetos de poder e ideologias recrutaram pedagogos e pedagogas para suas doutrinas. No entanto, nos tempos de resistência às ditaduras, lá estavam eles na vanguarda, como bem demonstra o legado de Paulo Freire. Hoje, diante de uma tecnologia avassaladora, pedagogas e pedagogos são mais indispensáveis do que nunca, ...

Mãe a força cósmica que mantém a humanidade.

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Mãe — uma palavra pequena em qualquer idioma, mas com uma força comparável à do próprio Big Bang, aquela explosão incomensurável que deu origem ao universo. Foi dessa expansão da vida que nós surgimos. Sim, somos resultado dessa força cósmica presente em todas as formas de existência e reprodução. O milagre da vida começa e continua graças às mães: aquelas que gestam, cuidam, acalentam, lamentam, rezam e fazem de tudo para que a vida que geraram cresça viva e feliz. Há também mães que não geram no ventre, mas geram no coração — e são mães da mesma forma. Não importa a condição, a cultura, o idioma ou a situação: mãe é a força vital que sustenta a humanidade sobre a face da Terra. Mãe, eu te amo.

Não era igreja, era um banco — mas alguém rezava em silêncio

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O segundo piso da agência do Bradesco, na Avenida Álvaro Maia, é mais do que um espaço de atendimento. É um ponto de encontro entre urgências.Ali funciona o setor de empréstimos para servidores públicos de Manaus. Durante a semana, nunca está vazio. As cadeiras se ocupam rapidamente — não só de pessoas, mas de preocupações.O ambiente tem um silêncio peculiar. Não é ausência de som, mas excesso de pensamento.Alguns cochilam, tentando escapar por alguns minutos. Outros olham fixamente para o chão, como se procurassem uma solução invisível. A maioria permanece imóvel, com o olhar distante — quase como o Pensador, de Auguste Rodin.Do outro lado do balcão, as atendentes. Muitas vêm dos tempos do antigo BEA. Não são apenas funcionárias: escutam histórias, traduzem angústias e devolvem respostas em forma de números — prazos, parcelas, limites.Cada atendimento parece simples. Mas nunca é.Num desses dias, eu também estava ali, esperando minha vez. Entre um número e outro no painel, ...