Juiz que "apagou a luz" e terminou a festa: o fim da aposentadoria compulsória no Judiciário
O poder judiciário brasileiro carrega uma marca de patrimonialismo que, para o cidadão comum, soa como um escárnio: a aposentadoria compulsória como "punição" para magistrados que cometem crimes. Recentemente, assistimos ao capítulo final de uma novela que define bem o que o Ministro do STF, Flávio Dino, chamou de "o bizarro de ouro" do Direito. A Blindagem de Toga Não estamos falando de erros leves, mas de peculato, desvios de função e enriquecimento ilícito. Enquanto um trabalhador comum é demitido por justa causa e perde tudo, o juiz que desonra a toga era "premiado" com o descanso remunerado, mantendo salários fartos. A festa parecia não ter fim, até que alguém resolveu esticar demais a corda. A Ironia do Destino: O Juiz e o Ministro A história ganha contornos de ironia grega. Um magistrado, condenado pelo CNJ à aposentadoria compulsória por sua vasta ficha de crimes, decidiu que o benefício ainda era pouco. Inconformado, recorr...